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domingo, 27 de julho de 2014

Café filosófico com Leandro Karnal

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O historiador Leandro Karnal fala com o público sobre cultura, política e história do brasil no Café Filosófico CPFL especial, gravado na livraria da vila do Galleria Shopping, em Campinas. Na palestra, o professor da Unicamp aborda o papel dos intelectuais nos processos de transição política no país. A ideia é apresentar um panorama sobre a influência da cultura na formação do estado brasileiro hoje e ao longo da história. Gravada em 27 de junho de 2014.



quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Os cuidados com a intimidade



Os cuidados com a intimidade – Renato Janine


Ao longo dos últimos anos a vida social foi-se tornando cara, penosa. Viver em conjunto já deu prazer, mas atualmente pesa. Isso se agrava quando a crise se torna norma em vez de exceção. Como salvar a vida social? Como preservar a vida pessoal, como ponto rico de apoio à intimidade?



Veja a edição do programa de tv.


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Desenvolvimento sustentável uma utopia - José Eli da Veiga



Café filosófico 

Desenvolvimento sustentável uma utopia - José Eli da Veiga








O economista José Eli da Veiga faz um histórico da utilização da expressão desenvolvimento sustentável. Primeiro ele esclarece os significados que cada uma dessas palavras têm e em seguida, sempre de um ponto de vista das ciências econômicas, ele apresenta os desdobramentos do conceito de desenvolvimento sustentável. José Eli da Veiga é professor titular do Departamento de Economia da FEA-USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade), onde coordena o Núcleo de Socioeconomia Ambiental.

 

Café Filosófico - A família no cinema





Café Filosófico - A família no cinema







Desde a consolidação do modelo narrativo clássico, nas primeiras décadas do século 20, a ficção no cinema se ocupa de representações da família que funcionam como projeções sociais de valores desejáveis ou reprováveis, gerando padrões de comportamento a serem seguidos ou condenados. Nas últimas duas ou três décadas, essas representações possibilitam compreender como a indústria do divertimento voltada para o consumo de massas procura se manter conectada às transformações no conceito de família vividas, sobretudo, pelas sociedades norte-americana e europeia.

 

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Espaço, tempo e mundo virtual (A contração do tempo e o espaço do espetáculo)

Espaço, tempo e mundo virtual (A contração do tempo e o espaço do espetáculo) – Marilena Chauí e Olgária Matos

Espaço, tempo e mundo virtual (A contração do tempo e o espaço do espetáculo) – Marilena Chauí e Olgária Matos from cpfl cultura on Vimeo.



A palestra propõe uma reflexão sobre as mutações contemporâneas das concepções de espaço e de tempo, no momento em que as categorias clássicas da sociabilidade, como esfera pública, direitos, sujeito, responsabilidade, se desfazem. Como o especialista pouco a pouco foi substituindo o intelectual, aquele que era o mestre da verdade e do saber ético? Ora, as atuais inovações tecnológicas e científicas ocorreram na ausência de pensamento crítico e no eclipsamento do papel filosófico e existencial do conhecimento. Assim, na cultura do virtual, o princípio de realidade vacila, as noções de espaço e de tempo se contraem produzindo uma forma de proximidade fundada na distância e na ausência, em que se gesta o evitamento, o horror do contato. Surge então a cultura do ressentimento. Nela, ser é ser percebido; como se reconhece nos assassinatos em série e suicídios ostentados em rede, no culto a esportes radicais e no corpo performático, na universalização do uso das drogas e demais experiências do excesso. Trata-se, portanto, no encontro, de compreender a tendência ao desaparecimento do simbólico em suas relações com os mecanismos do (des)recalque generalizado e suas implicações para a vida coletiva. Com Marilena Chauí e Olgária Matos.

Programa baseado na palestra gravada no dia 2 de setembro de 2010 em Campinas.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

O ódio no Brasil

O Ódio no Brasil – Leandro Karnal from cpfl cultura on Vimeo.



O que na história e no cotidiano do Brasil nos leva ao ódio e à violência? É possível sempre “amar o povo” (entendido como uma “multidão”), mesmo sendo invasivo, grosseiro, violento em suas manifestações históricas? Índio, negro e europeu: a “alma brasileira” detesta a si mesma? Apenas a fome leva o homem ao gosto pelo mal?

Com Leandro Karnal.

Palestra da série As Razões do Ódio, de Luiz Felipe Pondé.

Gravada no dia 23 de setembro de 2011.