quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Clássicos da Sociologia


Esta aula apresenta os principais nomes da Sociologia como Auguste Comte, Émile Durkheim, Karl Marx e Max Weber. Com a professora cenecista Cleide Aparecida Martins.
 

Campanhas publicitárias antigas que seriam consideradas absurdas nos dias atuais

Confira 13 campanhas publicitárias antigas completamente absurdas

A maioria delas é de cunho machista, mas há também as que incentivam o consumo de cigarro e cocaína
Por Daiana Geremias em 08/01/2014
 
 
Fonte da imagem: Reprodução/nytimesConfira 13 campanhas publicitárias antigas completamente absurdas





A Publicidade surgiu para divulgar marcas, produtos e serviços, para fazer com que o cliente/consumidor transforme o que antes era apenas um desejo em necessidade e, desde que foi projetada em páginas de revistas, jornais, outdoors e afins, muita coisa mudou. Quer um exemplo? As propagandas de cigarro exibiam pessoas felizes, enérgicas e saudáveis – depois, quando os malefícios da nicotina foram mais bem explorados, esse tipo de abordagem comercial foi proibido.
O fato é que propagandas influenciam diretamente a opinião dos consumidores, especialmente daqueles que ainda não têm discernimento, como as crianças, para entender que alguns apelos não passam de campanhas de marketing. É por isso que propagandas de bebidas alcoólicas não contam mais com animações “infantis”, por exemplo. Confira, a seguir, algumas campanhas publicitárias antigas que, se fossem veiculadas hoje, seriam apedrejadas:

1 – Calmante

Fonte da imagem: Reprodução/Boredpanda

“Antes de você me repreender, mamãe, talvez seja melhor você acender um Marlboro” e “Você não precisa se sentir defumado. Esse é o milagre de Marlboro” são os slogans exibidos ao lado dos rostinhos dos bebês.

2 – Presente de Natal

Fonte da imagem: Reprodução/Boredpanda
“Neste Natal não perca a diversão de fumar”.

3 – Maridão

Fonte da imagem: Reprodução/Boredpanda
“É atrevido, é audacioso, tem um olhar mais ousado em camisas”.

4 – Família

Fonte da imagem: Reprodução/Boredpanda
“O chefe faz tudo, menos cozinhar – é para isso que as esposas servem!”

5 – Sem comentários

Fonte da imagem: Reprodução/Boredpanda
“É bom ter uma garota em casa.”

6 – Agrado

Fonte da imagem: Reprodução/Boredpanda

“O presente ideal para todas as ocasiões.”

7 – Resumindo o machismo

Fonte da imagem: Reprodução/Boredpanda
“Mostre para ela que o mundo é dos homens.”

8 – Sim, é ilegal

Fonte da imagem: Reprodução/Boredpanda
“É sempre ilegal matar uma mulher?”, diz esse cartaz machista.

9 – Todo médico fuma

Fonte da imagem: Reprodução/Boredpanda
“Mais médicos fumam Camels do que qualquer outro cigarro.”

10 – Sabor

Fonte da imagem: Reprodução/Boredpanda
“Venha para onde o sabor está.”

11 – Machismo, de novo

Fonte da imagem: Reprodução/Boredpanda
“A maioria dos homens pergunta ‘Ela é bonita?’ e não ‘Ela é inteligente?’”

12 – Dor de dente

Fonte da imagem: Reprodução/Boredpanda
“Cura instantânea!” com doses de cocaína para dor de dente.

13 – Chão

Fonte da imagem: Reprodução/Boredpanda
“Mantenha-a no lugar dela.”

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Confira o artigo da semana do historiador Pio Penna Filho

Perspectivas para 2014


Tudo indica que assistiremos em 2014 a continuidade de vários conflitos e, possivelmente, o início de vários outros. O mundo não é um lugar pacífico desde tempos imemoriais, embora existam regiões menos violentas espalhadas pelo mundo. Dentre as regiões da periferia, talvez a América Latina e, em especial, a América do Sul, continue sendo uma das mais tranquilas do mundo, mas mesmo por aqui existem conflitos.
O ano mal começou e assistimos ações terroristas na Rússia e no Iraque, país que vive uma realidade muito distante daquela prometida pelos Estados Unidos quando da sua invasão decidida por George W. Bush. Mais violência na China, no Líbano, na República Democrática do Congo, na Cisjordânia, na República Centro Africana, na Síria e por aí afora vai.
A Ásia continua sendo uma região instável e repleta de atores poderosos, com a tensão se expandindo e retraindo a cada momento. O problema da Ásia é que um conflito naquela região fará surtir seus efeitos em várias partes do globo, principalmente em termos econômicos. E há ainda o perigo das armas nucleares: dos nove países detentores de armas nucleares, quatro se encontram na Ásia e eventualmente se estranham (China, Índia, Paquistão e Coreia do Norte). Além desses, outras duas potências nucleares convergem para aquele continente: Estados Unidos e Rússia.
O chamado terrorismo internacional, principalmente de natureza fundamentalista islâmica, será outro fator de conflito mundial que permanecerá ativo em 2014 e, provavelmente, ainda por muitos anos. A “Al Quaeda” e outros grupos terroristas seguem ativos e se adaptando à guerra assimétrica contra as grandes potências, ocidentais ou não. Veja-se os casos da China e da Rússia, que não conseguem debelar movimentos político-religiosos de minorias em seus territórios.
2014 provavelmente não trará grandes mudanças nos impactos ambientais provocados pelos humanos sobre o planeta. E isso, por si só, já se constitui num grande problema com enorme potencial para provocar conflitos pelo mundo afora. À medida que aumentamos o aquecimento global e os impactos sobre o meio ambiente e não pensamos e, principalmente, não agimos de forma sustentável, muitas áreas do planeta começarão a sentir mais profundamente os impactos dessa nova realidade. Isso resultará em disputas por territórios e recursos e produzirá também novos fluxos de refugiados, todos elementos com grande potencial de despertar novos conflitos.
O ano é novo, mas os problemas são velhos. A comunidade internacional costuma ser muito lenta no enfrentamento dos conflitos gerados pelos humanos. Organizações internacionais como as Nações Unidas são muito importantes, porém são limitadas em termos de recursos e poder. Ainda vivemos num mundo em que a vontade do mais forte prevalece em boa parte dos casos.
Não há muito o que esperar de 2014 no sentido de grandes mudanças para a humanidade. Continuaremos vivendo num mundo repleto de conflitos e de potenciais conflitos e é importante que nossos governantes tenham consciência disso. Por mais pacifista que seja um país, como é o caso do Brasil, os seus governantes devem zelar para que o seu povo esteja preparado para a realidade que vivemos.
 
 
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Professor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UnB) e Pesquisador do CNPq. E-mail: piopenna@gmail.com
 

Retrospectiva 2013

Retrospectiva 2013

Confira os principais acontecimentos históricos do ano de 2013.
 

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Retrospectiva 2013 - parte 2

Confira a segunda parte da Retrospectiva 2013 produzida pela TV Cultura
Programa traz os principais fatos do ano em diversos assuntos como economia, política, saúde, esporte e outros.

Retrospectiva 2013 - parte 1

Confira a retrospectiva 2013 realizada pela TV Cultura
 
 
Programa traz os principais fatos do ano em diversos assuntos como economia, política, saúde, esporte e outros.
 

sábado, 21 de dezembro de 2013

Como aumentar a inteligência



 Como aumentar a inteligência


Excelente Palestra do Professor Pierluigi Piazzi que explica como estudar melhor e estimular a inteligência.


  Veja as dicas:
- Aula dada, aula estuda hoje
- A importância da leitura, procure ler aquilo que gosta para adquirir o hábito de leitura
- O segredo é estudar pouco e todos os dias
- Estudar sozinho.
- Anotar o que se está estudando para guardar com mais facilidade e não esquecer.